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Como criar um vírus? PDF Imprimir E-mail
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Como criar um vírus?
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Pra que você quer saber como criar um vírus? Bem… A responsabilidade é sua, blz? Nesta dica você terá uma aulinha prática de como criar um vírus que detona TUDO do HD.

por Marcos Elias

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Um vírus é um programa do mal, que faz mal ao sistema operacional, a outros programas ou a arquivos do computador. Podem ser ainda de outros tipos, mas estes são os mais comuns. Basicamente, um vírus é um programa. Um programa com instruções que poderiam ser usadas para o bem, mas aplicadas para o mal. Portanto, para fazer um vírus, aprenda a fazer programas. Existem, no entanto, meios mais simples que permitem a criação de vírus usando determinadas estratégias, ferramentas e recursos já existentes. Além de saber fazer o vírus, você deve saber o que ele fará. O vírus ataca alguma coisa. Você deve conhecer essa coisa, seus pontos fracos e fortes, verificar caminhos por onde entrar. E como rodá-lo? O meio mais simples é convencer os usuários a executar o arquivo do vírus nos seus computadores. Ou você mesmo, por exemplo, pode executá-lo no computador do chefe enquanto ele estiver almoçando. Para ajudar, existem programas que embutem um executável dentro de outro, de modo que um seja executado normalmente, e o outro de forma oculta. Isso permite, por exemplo, criar um joguinho em flash (ou pegar uma dessas muitas animações distribuídas em .exe, o projetor do flash), embutir o vírus nele e mandar pra pessoa. Ela abre, vê o joguinho, acha lindo. E por trás de tudo isso, enquanto ela está distraída e entretida, o vírus trabalha. Ou simplesmente se copia para alguma pasta, cria entradas no registro do Windows para se iniciar na próxima sessão, e ataca a partir dali.

E os anti-vírus, como ficam? Irão bloquear seu vírus? Eles não sabem se um programa é um vírus ou não, a menos que tenham a “identidade” deste programa marcada como “suja”, como um vírus. Isso acontece quando o vírus fica muito divulgado, e acaba caindo nas mãos do pessoal das empresas de anti-vírus. Eles checam o arquivo, fazem testes e mais testes. Comprovado o caso de ser um vírus (ou seja, de ser um programa do mal), eles criam um código que identifica exclusivamente aquele arquivo (por exemplo, uma somatória MD5, um trecho de código existente no arquivo, uma seqüência de operações que provavelmente só existam naquele arquivo, etc). E cadastram esse código no anti-vírus. Ao fazer a varredura, se o anti-vírus identificar algum arquivo com algumas qualidades cadastradas em seu banco de dados, ele entenderá ele como vírus e tentará eliminá-lo ou notificar o usuário. Por isso é bom estar sempre com seu anti-vírus atualizado, pois praticamente todo dia surgem novos vírus. Estando atualizado, ele pode identificar os vírus mais recentes. Mesmo que um programa seja o pior vírus já inventado, se ele não estiver catalogado no anti-vírus, ele provavelmente se dará muito bem e executará suas funções. Depois? Depois é tarde, né. Já eu, particularmente, não uso anti-vírus, pois sei me cuidar. Não quero um programa verificando tudo o que faço e deixando meu micro mais lento. Muita gente reclama do Windows e talz e bla bla bla. Mas essa gente poderia parar um pouco e pensar nela mesma, nas atitudes. A maioria dos vírus e spywares só consegue realizar seus objetivos porque o usuário do computador vacilou. Mas blz, isso não vem ao caso agora.


 
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